terça-feira, 29 de junho de 2010

Afetos e ideias

"Fingimos que sabemos o sentido de nossas vidas, vendo-o como sendo o "avanço" ou o "progresso" técnico, ético e social. Para cada avanço, um afeto se esvazia sob o dilaceramento das relações (burocratizadas) que se dissolvem no ar. Os afetos, e não as ideias, nos humanizam, e afetos não são passíveis de uma geometria do útil."
Luiz Felipe Pondé